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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Os perigos dos remédios desnecessários

Ao primeiro sinal de dor de cabeça. lá vai um analgésico goela a baixo. Febre? Nada como um providencial antitérmico. E se a garganta incomodar, os anti-inflamatórios estão sempre à mão. São atitudes assim, corriqueiras e na maioria das vezes automáticas, que fazem da automedicação um perigo maior do que se imagina.
Segundo a Associação Brasileira de Indústrias Farmacêuticas (Abifarma), perto de 20 mil pessoa morrem no Brasil vitimadas por substâncias que deveriam salvá-las.
A falta de informação e a facilidade em comprar remédios são apontadas como as principais caisas não apenas pelos óbitos, mas pela maior parte dos casos de intoxicação via medicamento.
Fármacos que não exigem prescrição médica como analgésicos,antitérmicos,anti-inflamatórios e- em épocas frias como esta - antigripais, estão entre os preferidos por quem se automedica. Vendidos livremente, acabam nas famosas "farmacinhas caseiras", os populares estoques de medicamentos que, armazenados em caixas ou gavetas, saem para uso nem sempre adequado.
- Levando a conseqüencia mais comum da automedicação que é a reação adversa por conta da mistura de medicamentos.

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